Núcleo Belo Horizonte - MG
Responsável: Anália Calmon
Ano de fundação: 2004
Contato: nucleobelohorizonte@aliancapelainfancia.org.br
Histórico
O Núcleo Belo Horizonte teve início em 2004 com o projeto A Arte como Cura hospedado pela ONG Querubins, tendo atendido 80 crianças de 6 a 9 anos das classes de Educação Infantil que freqüentavam a escola pública. No contra-turno as crianças participaram de uma classe de atividades artísticas e pedagógicas acompanhadas por uma professora e uma auxiliar.
Em 2007 o Núcleo iniciou o Projeto Grão no Sul de Minas, na Casa Luz da Colina, trabalhando com professores da rede pública e da escola rural com o objetivo de capacitar multiplicadores. Este projeto frutificou e deu origem ao projeto "Sementinha" ora em fase de desenvolvimento. Em uma sala ambientada com móveis e brinquedos de madeira, crianças de 2 a 8 anos são recebidas por monitoras voluntárias, duas vezes por semana, para brincar.
Outro projeto do Núcleo de Belo Horizonte é o Grão/Sementinha. Trata-se de um projeto de reforma e reestruturação da Casa da Criança localizada em Carmo da Cachoeira, com o objetivo de proporcionar às crianças um lugar digno e apropriado para suas atividades.
O trabalho do Núcleo no Sul de Minas voltou-se inicialmente para atendimentos psicopedagógicos e terapêuticos. As crianças atendidas vivem em condições precárias e, apesar de receberem alimentação, recreação esportiva e artística, são extremamente carentes de alimento anímico. Um trabalho de intervenção de caráter educativo e terapêutico começou a partir de um grupo de estudos e de supervisão semanal com os professores para acompanhar as atividades de classe. Foram realizadas visitas às casas de algumas crianças selecionadas para atendimento terapêutico com o objetivo de conhecer de perto suas realidades.
Com a maior aproximação destas crianças e das suas professoras foram constatadas necessidades básicas e essenciais que precisavam ser trabalhadas. A proposta inicial de trabalho do Núcleo pareceu então tratar-se de uma etapa avançada demais que só poderia ser desenvolvida depois do cuidado com questões mais elementares. Surgiram as seguintes perguntas: Como ampliar uma proposta pedagógica sem recursos mínimos para ambientar e equipar a sala de aula? Como desenvolver habilidades de auto-cuidado com as crianças como higiene do corpo, cuidado com materiais, adequação do comportamento à mesa e o ritmo saudável da rotina diária se as crianças não tinham escova de dente, nunca fizeram escovação e andam descalças? Como alcançar um efeito multiplicador atendendo individualmente uma minoria de crianças?
O rumo adotado foi a ampliação da proposta pedagógica junto aos professores com a adoção de práticas da pedagogia Waldorf. Em pouco tempo observou-se que o ritmo e o conteúdo das aulas começaram a se transformar. As professoras passaram a estruturar as aulas com atividades rítmicas, cantigas e brincadeiras e os resultados positivos começaram a ser visíveis no comportamento das crianças. Foram introduzidos trabalhos manuais com tecelagem em tear pedagógico e artesanato relativo à época do ano e atividades de auto-cuidado na higiene corporal e bucal. A equipe de voluntários cresceu, contando agora com o apoio de uma dentista, um contador de histórias e uma mãe de escola Waldorf que colabora nos trabalhos manuais.
A partir desta experiência ficou evidente a importância de se trabalhar o desenvolvimento de habilidades com os professores que lidam diretamente com as crianças no dia-a-dia. Estes professores têm um papel fundamental nos vínculos que estas crianças estabelecem com o mundo.
E foi assim surgiu o Projeto Grão. GRÃO que se multiplica... Uma semente que se torna espiga, uma espiga que se torna plantação, plantação que a muitos nutre... Um efeito irradiante e nutritivo.
Em 2007 o Núcleo iniciou o Projeto Grão no Sul de Minas, na Casa Luz da Colina, trabalhando com professores da rede pública e da escola rural com o objetivo de capacitar multiplicadores. Este projeto frutificou e deu origem ao projeto "Sementinha" ora em fase de desenvolvimento. Em uma sala ambientada com móveis e brinquedos de madeira, crianças de 2 a 8 anos são recebidas por monitoras voluntárias, duas vezes por semana, para brincar.
Outro projeto do Núcleo de Belo Horizonte é o Grão/Sementinha. Trata-se de um projeto de reforma e reestruturação da Casa da Criança localizada em Carmo da Cachoeira, com o objetivo de proporcionar às crianças um lugar digno e apropriado para suas atividades.
O trabalho do Núcleo no Sul de Minas voltou-se inicialmente para atendimentos psicopedagógicos e terapêuticos. As crianças atendidas vivem em condições precárias e, apesar de receberem alimentação, recreação esportiva e artística, são extremamente carentes de alimento anímico. Um trabalho de intervenção de caráter educativo e terapêutico começou a partir de um grupo de estudos e de supervisão semanal com os professores para acompanhar as atividades de classe. Foram realizadas visitas às casas de algumas crianças selecionadas para atendimento terapêutico com o objetivo de conhecer de perto suas realidades.
Com a maior aproximação destas crianças e das suas professoras foram constatadas necessidades básicas e essenciais que precisavam ser trabalhadas. A proposta inicial de trabalho do Núcleo pareceu então tratar-se de uma etapa avançada demais que só poderia ser desenvolvida depois do cuidado com questões mais elementares. Surgiram as seguintes perguntas: Como ampliar uma proposta pedagógica sem recursos mínimos para ambientar e equipar a sala de aula? Como desenvolver habilidades de auto-cuidado com as crianças como higiene do corpo, cuidado com materiais, adequação do comportamento à mesa e o ritmo saudável da rotina diária se as crianças não tinham escova de dente, nunca fizeram escovação e andam descalças? Como alcançar um efeito multiplicador atendendo individualmente uma minoria de crianças?
O rumo adotado foi a ampliação da proposta pedagógica junto aos professores com a adoção de práticas da pedagogia Waldorf. Em pouco tempo observou-se que o ritmo e o conteúdo das aulas começaram a se transformar. As professoras passaram a estruturar as aulas com atividades rítmicas, cantigas e brincadeiras e os resultados positivos começaram a ser visíveis no comportamento das crianças. Foram introduzidos trabalhos manuais com tecelagem em tear pedagógico e artesanato relativo à época do ano e atividades de auto-cuidado na higiene corporal e bucal. A equipe de voluntários cresceu, contando agora com o apoio de uma dentista, um contador de histórias e uma mãe de escola Waldorf que colabora nos trabalhos manuais.
A partir desta experiência ficou evidente a importância de se trabalhar o desenvolvimento de habilidades com os professores que lidam diretamente com as crianças no dia-a-dia. Estes professores têm um papel fundamental nos vínculos que estas crianças estabelecem com o mundo.
E foi assim surgiu o Projeto Grão. GRÃO que se multiplica... Uma semente que se torna espiga, uma espiga que se torna plantação, plantação que a muitos nutre... Um efeito irradiante e nutritivo.
Foco de Atuação
Educação e arte





